O modo de morrer, que muitos têm, é o instinto de conservação que fala
mais alto, como também a necessidade de cumprimento de deveres ante os
compromissos assumidos no mundo onde estagiam e diante da própria
consciência. O Espírito - é necessário que saiba - é perfeito em todas as
nuances da vida. Tudo que vem sentir na carne e fora dela é pelo processo
mental, é falta de harmonia na trajetória das idéias. Depois de educadas
na escola de Nosso Senhor Jesus Cristo, cessam a inquietações e a alma
desconhece a dor em quaisquer caminhos que se dispõe a percorrer, a não
ser nos casos de grandes missionários da Verdade, que descem à carne para
ensinar, pelo exemplo, como devemos suportar a dor. Entretanto, a sua dor
é diferente: é sentida em outra dimensão de vida, é transformada, como o
adubo na terra, em frutos saudáveis.
A morte natural é a morte divina; a criatura deixa o corpo,como se
soltasse um pássaro de uma gaiola, e ganha mais liberdade de consciência,
quando cumpre todos os seus deveres assumidos diante de Deus.
Fonte:http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/fev4q154c.html
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